Família do-ré-mi-fá

Archive for maio 2010

Festa Junina no Arraiá da Providência, com tia Rê e tio Danilo. Ainda não foi desta vez que Eric pulou fogueira, dançou quadrilha, comeu quentão e jogou pescaria. Mas estamos ambientando ele. Tio Danilo fez um bom trabalho de entretenimento com o pequeno.

PS1: repare na foto acima, um Eric todo “esfarelado” de biscoito de polvilho.
PS2: Eric já canta “Cai, cai..”. Falta aprender o “…balão, aqui na minha mão”. A parte “aqui na minha mão” ele deve aprender com os camelôs de Copacabana.
PS3: Eric já aprendeu como fazer as meninas chorarem por causa dele. Vai chegando sorrateiramente, de mansinho, no ouvido da eleita, e solta um: “ÁÁÁÁÁÁHHHHHHHH” bem estridente. Todas acabam chorando, claro, amedrontadas com o pseudo-galã. Aí, enquanto puxamos o pequeno pelo braço, pedimos desculpas e nos afastamos envergonhados, Eric já vai escolhendo a próxima vítima…
Preciso urgentemente ensinar pro rapazinho do que uma garota gosta.

Você, papai, que é fã de Star Wars, mas sempre ficou sem graça de decorar o quarto da suA filhA com o tema (afinal, ela é uma menina!), seus problemas acabaram!

Agora você tem um ótimo pretexto pra unir decoração-mulherzinha aos seus personagens favoritos. Chegaram as Hello Kittys Star Wars!

It is the ultimate marriage of cute and geeky!

E não pára por aí! Tem muito mais aqui.

É necessário contar quem ficou em-pol-ga-dís-si-mo com o tema da festa?
Papai HP, lógico! Guiga e Caio – respectivamente o pai e o aniversariante de 5 anos (que não aparecem em nenhuma das fotos abaixo) são super fãs de Star Wars. Foi por isso, em homenagem a eles, que mesmo sem saber o personagem da festa, HP e Eric foram vestidos na temática Star Wars. Como vcs podem ver, Eric se esbaldou de brincar e comer – até aprendeu a tomar sorvete sozinho!
E HP saiu de lá cheio de idéias na cabeça pra próxima festa do filho…
 

Socorro, o Darth Vader quer me pegar!

"No colo da tia Mari parece inofensivo"

"No colo da mamãe, já consigo relaxar"

Viva meu amigo Vader, viva!

Eric de olho na Clarinha

Eric entre os gêmeos Clara e Henrique - nos colos da Bela e Mari

Depois de participar da festinha da Cecília, me sinto inclinadíssima a fazer algo semelhante pro Eric daqui a alguns anos. O tema que a aniversariante escolheu pra sua festa de 6 anos foi “Rock’n Roll”. E, além da decoração temática, que estava divina, o ponto alto da festa foi quando entrou a banda de rock pra tocar pra garotada.
O pai do Eric nos teclados/voz, tio Bê na guitarra/voz, tio Renato na percussão, e até a mãe do Eric entrou na farra pra dar uma palhinha e cantar com a aniversariante. A banda tocou os hits clássicos de rock’n roll, com direito à muito gelo seco, luzes coloridas e a platéia-mirim mais animada do pedaço!

Festa de 3 anos do Romulinho. Em homenagem ao guri – e principalmente aos pais do guri – Eric foi de visual Rock’n Roll. Reparem na camiseta do KISS em versão bebês: “I wanna rock’n roll all night, and party every day

"Filho, mamãe já não disse que esse gesto é feio?"

Muita chuva e eu grudada na cama, tentando levantar pra trabalhar, depois de uma madrugada agitada, em que nos desdobramos pra fazer um molequinho parar de berrar, parar de chorar e dormir.
Pra variar, fiquei sem graça de ligar pro pediatra. Afinal, eram 3h45 da manhã e, depois da última consulta (aquela inaugural com a esposa dele), imagino que o nome do Eric já esteja encabeçando a lista negra dos seus pacientes. 😉 
Além do mais, não gosto de sair medicando meu filho sem ter certeza absoluta do motivo do choro. Eu e o pai suspeitamos que seja prisão de ventre, porque o pequeno não faz Nº2 há dois dias e, esta madrugada, entre berros e choros, fazia muito esforço pra liberar os prisioneiros dos países baixos.
Foi aí que o pai dele lembrou do melhor laxante que, acidentalmente descobrimos, para liberar os prisioneiros, e todas as próximas gerações deles, de uma tacada só: papinha de ameixa!

E lá fui eu, debaixo de torrencial chuva matinal, procurar papinhas de ameixa para a carceragem do Eric.

Compensou. O pequeno comeu 1 só potinho e fez cocô 4 vezes!
Fica aí a dica.

O pediatra do Eric tem uma vantagem que considero um baita diferencial. Numa emergência, posso levar meu filho de 2ª a 6ª em seu consultório – manhã, tarde ou noite. Sensacional, não?

Não, o pediatra não é um superman. É que ele divide o consultório com a esposa, que também é pediatra. E ambos estão sempre dispostos a atender os pacientes do outro, em caso de necessidade.

Já liguei pro celular do Dr. Jorge em horários pouco convenientes. A esposa dele atendia e, no caso do marido estar dirigindo, dormindo ou etc, ela mesma me ouvia e medicava o Eric.

Mas, até então, nunca precisei levá-lo ao consultório nos dias da Dra Fátima. Até esta semana.
Eric precisava tomar duas vacinas particulares (Prevenar e Penta – que não têm na rede pública) e o único dia em que eu podia levá-lo era na sexta. Sendo assim, a Dra Fátima é quem aplicaria as vacinas. Ok. Finalmente iria conhecer “a backup” do meu pediatra – muito bem cotada, inclusive, no conceito da mãe da Sofia, a Raquel.

Eric encontrou muitos amiguinhos de sua idade na sala de espera e brincou a valer, sem nem suspeitar do que vinha a seguir.
Já no consultório, levou as duas impiedosas picadas, uma em cada perninha, e chorou horrores. Pra distraí-lo resolvi aplicar a eficiente tática do biscoito de polvilho. E dei um pacotinho pra ele se concentrar no biscoito e não na dorzinha. Enquanto isso, íamos tirando a roupinha dele pra ser medido e pesado.

Mas a vingança tarda, mas não falha, não é mesmo? E bacurizinho, munido agora de armas, resolveu se vingar. Levantou e sacudiu loucamente o pacote de biscoito, polvilhando o consultório inteiro, e finalizou com uma grande mijada no chão pra fazer a “liga” do polvilho no xixi.
A secretária teve que ser acionada correndo, com vassoura e pano de chão. E eu não sabia onde enfiar minha cara. Tirei o resto do pacote da mão do Eric, enqto o vestia, pedia mil desculpas e ia saindo do consultório.
Mas Eric não parou por aí. Frustrado com a perda do biscoito, começou a berrar incontrolavelmente. Foi ficando vermelho, roxo e atingindo decibéis cada vez mais altos. Ao avistar os bebês que esperavam do lado de fora, berrou mais forte ainda, como quem quer passar um recado: “Galera, não entre aí, esta mulher é assassina!”  E todas as crianças começaram a chorar também, assustadas e amuadas no colo das mães, enqto a doutora Fátima afirmava a todos (mães e bebês) que seu consultório não era uma sala de tortura, que ela não fez maldades com o Eric e que ele estava era um pouco abalado pela perda do seu pacote de biscoito.
Não sei se colou. Não sei se a próxima criança teve coragem de entrar. Não fiquei pra ver.
Imagino apenas que a Dra Fátima não queira mais vê-lo nem pintado de preto. E que, naquela noite, deitada ao lado do marido, ela tenha dito: “Atendo qualquer um dos seus pacientes, menos aquele menino Eric. combinado?”



  • João Lopes: Silvia (permita-me chamá-la assim), eu não conhecia as coisas lindas (filosóficas de precisão!) que escreve, porém, depois de receber um e-mail d
  • João Lopes: Silvia (permita-me chamá-la assim), eu não conhecia as coisas lindas (filosóficas de precisão!) que escreve, porém, depois de receber um e-mail d
  • cleonice: gostaria de receber os protetores de colchaõ traveseiro edredom da casa co alergista como faço para comprar