Família do-ré-mi-fá

Archive for julho 2010

Acabei de ler o livro “Mãe é Mãe”, de Judith Brito. Sensacional. Recomendo.
Você não dá nada pelo título, subtítulo, capa etc. Mas ao passar os olhos pela primeira crônica, impossível parar de ler. A autora tem um humor inteligente e refinado, na dosagem certa. Conta causos com maestria, leveza, emoção e muito humor. E principalmente, se você é mãe ou mesmo se é filho, impossível não se identificar.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u309778.shtml

A Copa tem dessas coisas. Muita festa estranha, muita gente esquisita. Ao fundo, a gente até ouve uma canção da Legião…

Aqui um misto de Michael Jackson, Jason Vorhees e integrante da torcida Flu. Seria um Michael Jason Tricolor?

Enquanto isso, Eric, com cara de doidão, continua fumando seu canudo da paz…

….e cantando: “Festa estranha com gente esquisita e eu não tô legal”

Vuvuzelas, Jabulanis, Jogadores? Que nada!
Adivinha quem fez sucesso nesta Copa pelo telão do Fifa Fan Fest…

Entre uma febre e outra, resolvemos dar uma passada no evento da escola, no sábado. Foi uma manhã divertida no Museu da República, com atividades artísticas, oficinas, brincadeiras e até aulas de ioga.
Chegamos no final da festa. Mas ainda deu tempo de bater alguns flashes do pequeno fazendo bagunça com papéis coloridos.

“Aproveita, meu filho, porque lá em casa mamãe não deixa fazer essa bagunça, não…”

Eric e Nate

Posted on: 16/07/2010

Deb, Dave e Nate passaram 2 semanas de férias aqui no Brasil. E depois de mais de 1 ano sem Eric ver o amigo gringo, finalmente, Nate veio nos visitar!

Eric abraçou espontaneamente o Nate, várias vezes, como se o estivesse reconhecendo e, fora a disputa natural pelos brinquedos, se deram super bem. Que a amizade deles seja bonita e duradoura, que nem a de suas mães.

Atualizando dados numéricos em 13/07/2010:

Altura: 86,5 cm
Peso: 11 kg.

(Está alto, porém magrinho. Mas vamos recuperar este peso né, rapaz?!)

Nos últimos 6 dias, o que gastamos em antitérmico, economizamos em comida: Eric esteve com uma febre intermitente desde sexta-feira e, desde então, não tem aceitado comer nada. Muita tosse, espirros ocasionais e um insistente narizinho escorrendo. Ficou molinho, magrinho, carente, com olheiras e cheio de pintinhas pelo corpo (quem é me explica as tais pintinhas?)

Parecia uma alergia, dessas que tomam o corpinho todo. Mas o pediatra me garantiu que era apenas reação típica de um quadro viral. E lá vinha mais uma vez a tal resposta (para tudo que não se tem resposta): “É uma virose” ; “É um quadro viral”…

Meu pequeno fez um doloroso exame de sangue que supostamente constataria o tipo de vírus que o abateu. Mas, após ter ganho dois bracinhos furados e um trauma imenso de agulhas e mulheres de branco, seu resultado deu “inconclusivo”.

Não se descobriu a causa ainda. Ao menos descartamos as suspeitas mais graves: dengue, rubéola, mononucleose e citomagalovírus. E felizmente o pequeno já apresentou hoje sensíveis sinais de melhora: parte das pintinhas pelo corpo já foram embora, não teve mais febre, está mais animadinho e já até aceitou almoçar alguma coisa.

E a mãe segue cheia de olheiras pelas noites mal dormidas, desnutrida por pura falta de apetite pra comer, mas com a esperança de que tudo vai melhorar porque acabou de ver seu menino dançar em frente à TV.



  • João Lopes: Silvia (permita-me chamá-la assim), eu não conhecia as coisas lindas (filosóficas de precisão!) que escreve, porém, depois de receber um e-mail d
  • João Lopes: Silvia (permita-me chamá-la assim), eu não conhecia as coisas lindas (filosóficas de precisão!) que escreve, porém, depois de receber um e-mail d
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