Família do-ré-mi-fá

Archive for the ‘Pediatra’ Category

Catapora

Posted on: 21/12/2010

Levamos Eric no dia seguinte ao pediatra. O Dr Sidnei levou um susto com o rostinho do pequeno (todo cheio de bolinhas e feridinhas, além de algumas bolhas pelo corpo) e ventilou a suspeita de uma catapora. Sim, o que todos nós já suspeitávamos. Isso explicaria, inclusive, a febre alta. E a infecção viral, que o exame de sangue acusou.
Alertou que a suspeita dele se confirmaria caso as pintinhas descessem pelo resto do corpo e que era necessário esperar 48 horas. Mas eu já saí de lá convencida de que meu filho estava mesmo com catapora.

As pintinhas demoraram muito mais do que as previstas 48 horas pra descer, mas desceram, timidamente, enquanto no rosto as feridinhas já iam secando. Nove dias depois da última consulta voltei com Eric ao consultório para o pediatra examinar as míseras 10 novas pintas que surgiram pelo corpo. Mais uma vez, o diagnóstico foi reticente e não se bateu o martelo sobre a catapora. Mas as suspeitas sobre a varicela continuam e as recomendações para Eric evitar contato com as pessoas, também. Para confirmar o diagnóstico, o pediatra pediu um exame de sangue com sorologia de varicela, além de um hemograma. Fizemos no mesmo dia (17/12), mas o resultado…só fica pronto no dia 29/12.

Nos dois dias seguintes (fim de semana de 18 e 19), a catapora resolveu ressurgir com força total e se alastrou por debaixo dos bracinhos, couro cabeludo, orelhas, lábios, umbigo, bumbum etc..

Enqto isso, Eric continua no seu tratamento alérgico com o Singulair baby e não teve mais nenhuma crise. E começou – finalmente – também seu tratamento homeopático.

Sexta passada fiquei mais de 1 hora na homeopata relatando toda a vidinha do Eric, do parto aos dias atuais. 22 meses esmiuçados em 70/80 minutos. Um relatório completo de sua saúde, personalidade, comportamento, emoções etc. Se não funcionar pra homeopatia, ao menos já ajuda numa futura terapia.
Eric também se revelou muito ali no consultório e a Dra Enoi pôde captar várias características de seu temperamento e personalidade.
Mandei fazer os pozinhos e bolinhas no mesmo dia, na Nova Era. E hoje (21) iniciei o tratamento.

Em tempo: Eric tem comido melhorzinho. Voltou a ser curioso com novos alimentos e a demonstrar apetite. Entretanto, continua extremamente seletivo naquilo que elege pra comer. A bola da vez é o macarrão.

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Eric 40º

Posted on: 08/12/2010

Dando continuidade à minha saga hospitalar com Eric, nesta madrugada de segunda (6) pra terça (7) precisamos novamente de atendimento em pronto-socorro pro pequeno. Eric teve uma febre que chegou à 40º. Passamos a noite de segunda entre doses de Aliviumm, Novalgina e compressas de água fria. A febre do Eric começou com 38º e nem antitérmico, nem compressas, impediram que ela evoluísse rapidamente – e assustadoramente – pra 40º em menos de 4 horas.
Fiquei com dois pediatras ao telefone monitarando o Eric simultaneamente. E ambos recomendaram levá-lo ao CopaD’Or quando o quadro piorou. Como temos trauma do CopaD’Or, optamos pelo Centro Pediátrico da Lagoa (que agora mudou de endereço, é bom alertar aos desavisados pais que, como nós, que forem direto pro end. corriqueiro).

Meu pai foi lá pra casa, ficar com Alice (que dormia), pra que eu pudesse ir com HP levar o Eric. De fato em matéria de atendimento e entrega de resultados, o CPL é bem mais rápido que o CopaD’Or. De resto é a mesma coisa. Uma médica (com pinta de residente) o examinou, encaminhou para tirar Raio-X do pulmão e colher sangue. O resultado do Raio-X saiu logo e não acusou nada (ufa!) O resultado do exame de sangue só ficaria pronto no dia seguinte de manhã.

Como a febre do Eric baixou e seu quadro geral não indicava internação, voltamos com ele pra casa. Não dormi naquela noite, monitorando sua temperatura a cada meia hora.

***

O resultado do exame de sangue ficou pronto ainda pela manhã e eu corri ao Centro Pediátrico da Lagoa pra buscá-lo. Lá eles enviaram por fax ao meu pediatra e pude conversar com uma médica sobre o resultado. A médica do hospital descartou infecção bacteriana, mas identificou um “quadro viral” por conta da alta de leucócitos. Qual vírus? Só Deus sabe. E ela prudentemente se limitou a não especular, já que não estava vendo a criança, nem tinha o histórico dela. Deixou para o meu pediatra avaliar.
Mas….o meu pediatra se limitou a enxergar como virose, visto que até o presente momento ele não tinha tido reincidido na febre. Orientou apenas para que, se a febre voltasse, eu o levasse ao consultório para ser examinado. A febre voltou às 16h30. Não tão alta, felizmente (38º), mas voltou. Só que o pediatra já tinha saído do consultório. Desta vez, 20 gotinhas de Aliviumm fizeram efeito rápido e a febre baixou em meia hora. Fiquei de levá-lo hoje (4ªf) ao médico.

Obs: as pintinhas no rosto dele continuam me intrigando bastante. A falta de apetite então, nem se fala! Eu só espero ter respostas…

O 7º pediatra

Posted on: 02/12/2010

Eric não come nada já tem um tempão. Só aceita a mamadeira – que agora é fortificada com sustagem. Nada de comida salgada e tão pouco a doce, que sempre lhe foi mais sedutora. Sem causa orgânica aparente, já perdeu peso e está deixando a todos bem apreensivos.

Resolvi procurar mais uma indicação de pediatra e tivemos ontem uma consulta com o Dr. Sidnei Aronovich. Ele examinou o Eric todo, não viu nenhum problema de saúde aparente, receitou medidas comportamentais, para serem adotadas com o Eric na hora da refeição, e um remédio para sua alergia que, segundo ele, melhoraria seu quadro geral, inclusive paladar e olfato que podem estar comprometendo seu prazer com a alimentação.

O remédio é Singulair Baby – 4 mg. A caixa com 30 sachês (1 por dia), dá para um tratamento de 1 mês, mas é bem carinha (cerca de R$ 140,00). Pesquisei em várias farmácias físicas e pela internet, até encontrar o Programa Receita de Vida, do laboratório Merck – fabricante do medicamento. Lá você pode se cadastrar para obter um desconto de 50% na primeira caixa e 35% nas demais. Então, aí vai a dica: ligue para 0800 122232, informe o CRM do seu médico, além de seus dados pessoais, e receba o número do seu cartão. Em breve você receberá o cartão em sua residência. Mas com o nº de inscrição em mãos, após o cadastro telefônico,  você já pode comparecer à farmácia mais próxima credenciada e solicitar o remédio com desconto.

Ontem à noite Eric teve uma febrinha de 37,6º e hoje amanheceu febril de novo. Enquanto isso ficamos de mãos atadas sem saber o que ele tem.

Alergista

Posted on: 22/11/2010

Depois de uma maratona de crises alérgicas, além da penumonia e da sinusite, com várias incursões ao CopaD’Or, finalmente Eric conseguiu passar uma semana livre de medicamentos para fazer o tal (tão recomendado) teste alérgico.

Conseguimos um encaixe, em plena sexta-feira, no horário de almoço, com a Dra Meire, da CallClínica. E lá fui eu e barrigón, buscar Eric na escola, seguir pra Clínica; da Clínica deixá-lo em casa e seguir de volta ao trabalho. Ufa! E isso em 3 horas, com uma criança agitadíssima e irritadíssima, em pleno calor carioca de meio dia. Uma delícia.

A tão sonhada solução definitiva para os problemas de saúde do Eric não chegou exatamente com a resposta do teste alérgico. A primeira decepção foi com os elementos testados: apenas ácaros, poeiras, leite de vaca e alguns outros componentes domésticos. Nada de grupos alimentares ou medicamentos. Segundo a alergista, não havia necessidade.

Em relação à última empolação do pequeno, ela afirmou categórica (mesmo sem tê-la testado), que foi da penicilina (amoxicilina) que ele tomou por 7 dias, por conta da sinusite. Nada contra os alimentos ingeridos naquele dia (que também não foram testados). A culpa era toda e irrestrita da tal penicilina.
Ok. Fico eu sem saber se a terra da pracinha pode ir pra boca de vez em quando e a bolachinha temperada + o ovinho de amendoim podem ser roubados, vez ou outra, de nossos belisquetes com os amigos…

O resultado do teste alérgico? ÁCAROS. Só. Ah, e uma leve alergia ao leite de vaca, mas que ela nem considerou (ainda bem).
Agora me diz: qual ser humano não tem alergia a ácaros? É possível proteger alguém dos ácaros? Por mais que ele use protetores de colchão e travesseiro anti-ácaros e eu limpe a casa diariamente, amanhã ou depois ele vai se deparar com os bichinhos em outro ambiente qualquer, como hotéis, casa de amigos etc. Vale a pena fazer um tratamento para isso ou esperar que o organismo se acostume à exposição e aprenda a se defender sozinho? A gente sabe que muitas dessas alergias somem com o tempo, simplesmente porque o organismo da criança já adquiriu maturidade pra se adaptar ao ambiente.

A profixalia do tratamento do Eric (contra á-c-a-r-o-s) foi cara e invasiva:
Zyrtec 2,5 ml => 2x ao dia por 14 dias e depois 1x ao dia por mais 2 meses.
Nasonex (com a cortizona que eu abomino!) => 1 jato em cada narina 2x ao dia por 14 dias e depois 1 x ao dia por mais 2 meses.
Rinossoro infantil => várias vezes ao dia (perfeitamente substitituível por soro fisiológico, né?)
E mais a vacina pros ácaros = R$ 180,00 cada.

Para as brotoejas, que amam o pescoço e ombros do meu filho no verão: Sabonete Oilatum ou Fisiogel e Fisiogel AI loção cremosa.

Os produtos da Fisiogel são caríssimos, mas a dica é você se cadastrar no Programa Stiefel de Bem com a Pele (0800 703 7777) para conseguir o desconto dado aos profissionais da área médica. Assim, os dois produtos juntos saem pela bagatela de R$ 82,76.

Por enquanto, pretendo começar a testar o fisiogel pras brotoejas, comprar capa anti-ácaros pra colchão e travesseiro, continuar aplicando soro fisiológico no narizinho dele e cogito, mais pra frente, um tratamento homeopático (mais barato e menos agressivo).

De resto, esperar por uma resposta defensiva natural do organismo dele à este nosso “mundo mau”.

Nos últimos 6 dias, o que gastamos em antitérmico, economizamos em comida: Eric esteve com uma febre intermitente desde sexta-feira e, desde então, não tem aceitado comer nada. Muita tosse, espirros ocasionais e um insistente narizinho escorrendo. Ficou molinho, magrinho, carente, com olheiras e cheio de pintinhas pelo corpo (quem é me explica as tais pintinhas?)

Parecia uma alergia, dessas que tomam o corpinho todo. Mas o pediatra me garantiu que era apenas reação típica de um quadro viral. E lá vinha mais uma vez a tal resposta (para tudo que não se tem resposta): “É uma virose” ; “É um quadro viral”…

Meu pequeno fez um doloroso exame de sangue que supostamente constataria o tipo de vírus que o abateu. Mas, após ter ganho dois bracinhos furados e um trauma imenso de agulhas e mulheres de branco, seu resultado deu “inconclusivo”.

Não se descobriu a causa ainda. Ao menos descartamos as suspeitas mais graves: dengue, rubéola, mononucleose e citomagalovírus. E felizmente o pequeno já apresentou hoje sensíveis sinais de melhora: parte das pintinhas pelo corpo já foram embora, não teve mais febre, está mais animadinho e já até aceitou almoçar alguma coisa.

E a mãe segue cheia de olheiras pelas noites mal dormidas, desnutrida por pura falta de apetite pra comer, mas com a esperança de que tudo vai melhorar porque acabou de ver seu menino dançar em frente à TV.

Eu e Eric fomos acompanhar o papai na emergência da Casa de Saúde São José (porque emergência do Copa D’Or ninguém merece!), que estava com suspeita de fratura na costela.

Dois anos atrás, maridon tb me inventou uma moda dessas… Na época resolveu praticar “esportes radicais” e se aventurou no futebol americano (gente, nunca vi troço tão violento!). O jogo era algo como brutamontes x brutamontes. E HP levou uma cotovelada tão forte nas costelas, que quebrou 4 (!) delas.

Felizmente consegui convencê-lo a parar com o esporte. O argumento não poderia ser mais persuasivo: “Imagina se você quebra os dedos?”
Para um tecladista, quebrar 4 costelas é sofrimento pequeno frente a quebra de um dos dedos.

Dois ano depois, findas as peripécias esportivas, estávamos praticando uma atividade nada radical – ensaio da nossa banda – quando HP sai do estúdio, pisa numa garrafa pet amassada e escorrega ladeira abaixo até ser escorado pela roda do carro. E, como num gol contra, seu cotovelo bate violentamente contra sua própria costela.

Como num deja vú, HP se vê novamente noites a fio sem conseguir dormir, tamanha a dor.

Moral da história1: garrafa pet amassada no chão equivale à uma casca de banana.
Moral da história 2: ensaios musicais podem ser mais perigosos que futebol americano.
Moral da história 3: a parte mais violenta do corpo masculino é o cotovelo.

***

Mas tudo isso para contar a seguinte história:

HP precisava tirar uma chapa das costelas. E eu pensava em fazer uma tomografia do Eric. Então, lá foi a família toda pra emergência ortopédica da CSSJ. De lá, liguei pro pediatra:

– Dr. J., é a mãe do Eric, tudo bem?
– Hmm.
– Bom, eu precisava fazer uma perguntinha rápida, pode ser?
– Hmm.
– Bom, é que ele caiu, bateu a cabeça e… (…)

É claro que mãe aflita nunca consegue fazer uma perguntinha rápida, né? E lá fui eu dando detalhes do ocorrido e pedindo explicações elaboradas… Dr. J. foi paciente, me orientou direitinho, inclusive informando que ali na CSSJ eu não conseguiria fazer uma tomografia, E que, se precisasse, eu deveria levá-lo no Copa D’Or. E falando em Copa D’Or…ele me pergunta:

– Você tem o telefone da minha esposa? (que tb é pediatra)
– Tenho não (respondo, enqto faço um flashback da última consulta com ela, em que meu filho deixou o consultório numa pasta de xixi com polvilho. “Não, ela não iria me atender…”)
– Então anota aí. Será mais fácil falar com ela. Pois eu estou aqui no Copa D’Or com minha mãe internada na UTI.
– Puxa, Dr. J., me desculpe, desejo melhoras a ela…
– É, mas não tem mais jeito, não.
– (glub) Puxa, errrr, me desculpe atrapalhá-lo nesta hora…
– Tudo bem, eu sou pediatra, né?

***

É por estas e outras que eu sempre fui cheia de dedos pra ligar pra médicos em geral. Até com meu obstetra, eu relutei duas horas com contrações até me convencer de que era um motivo e um horário plausível para incomodá-lo na santa paz do seu lar.

Já estava melhorando em relação a esses melindres bobos (a maternidade faz você passar por cima de qualquer acanhamento pela preservação da cria), quando me defronto com uma situação dessas, que me faz sentir a mais ilustrativa mãe sem noção.

O pediatra do Eric tem uma vantagem que considero um baita diferencial. Numa emergência, posso levar meu filho de 2ª a 6ª em seu consultório – manhã, tarde ou noite. Sensacional, não?

Não, o pediatra não é um superman. É que ele divide o consultório com a esposa, que também é pediatra. E ambos estão sempre dispostos a atender os pacientes do outro, em caso de necessidade.

Já liguei pro celular do Dr. Jorge em horários pouco convenientes. A esposa dele atendia e, no caso do marido estar dirigindo, dormindo ou etc, ela mesma me ouvia e medicava o Eric.

Mas, até então, nunca precisei levá-lo ao consultório nos dias da Dra Fátima. Até esta semana.
Eric precisava tomar duas vacinas particulares (Prevenar e Penta – que não têm na rede pública) e o único dia em que eu podia levá-lo era na sexta. Sendo assim, a Dra Fátima é quem aplicaria as vacinas. Ok. Finalmente iria conhecer “a backup” do meu pediatra – muito bem cotada, inclusive, no conceito da mãe da Sofia, a Raquel.

Eric encontrou muitos amiguinhos de sua idade na sala de espera e brincou a valer, sem nem suspeitar do que vinha a seguir.
Já no consultório, levou as duas impiedosas picadas, uma em cada perninha, e chorou horrores. Pra distraí-lo resolvi aplicar a eficiente tática do biscoito de polvilho. E dei um pacotinho pra ele se concentrar no biscoito e não na dorzinha. Enquanto isso, íamos tirando a roupinha dele pra ser medido e pesado.

Mas a vingança tarda, mas não falha, não é mesmo? E bacurizinho, munido agora de armas, resolveu se vingar. Levantou e sacudiu loucamente o pacote de biscoito, polvilhando o consultório inteiro, e finalizou com uma grande mijada no chão pra fazer a “liga” do polvilho no xixi.
A secretária teve que ser acionada correndo, com vassoura e pano de chão. E eu não sabia onde enfiar minha cara. Tirei o resto do pacote da mão do Eric, enqto o vestia, pedia mil desculpas e ia saindo do consultório.
Mas Eric não parou por aí. Frustrado com a perda do biscoito, começou a berrar incontrolavelmente. Foi ficando vermelho, roxo e atingindo decibéis cada vez mais altos. Ao avistar os bebês que esperavam do lado de fora, berrou mais forte ainda, como quem quer passar um recado: “Galera, não entre aí, esta mulher é assassina!”  E todas as crianças começaram a chorar também, assustadas e amuadas no colo das mães, enqto a doutora Fátima afirmava a todos (mães e bebês) que seu consultório não era uma sala de tortura, que ela não fez maldades com o Eric e que ele estava era um pouco abalado pela perda do seu pacote de biscoito.
Não sei se colou. Não sei se a próxima criança teve coragem de entrar. Não fiquei pra ver.
Imagino apenas que a Dra Fátima não queira mais vê-lo nem pintado de preto. E que, naquela noite, deitada ao lado do marido, ela tenha dito: “Atendo qualquer um dos seus pacientes, menos aquele menino Eric. combinado?”



  • João Lopes: Silvia (permita-me chamá-la assim), eu não conhecia as coisas lindas (filosóficas de precisão!) que escreve, porém, depois de receber um e-mail d
  • João Lopes: Silvia (permita-me chamá-la assim), eu não conhecia as coisas lindas (filosóficas de precisão!) que escreve, porém, depois de receber um e-mail d
  • cleonice: gostaria de receber os protetores de colchaõ traveseiro edredom da casa co alergista como faço para comprar