Família do-ré-mi-fá

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As aulas do Eric na escola vão até 21 de dezembro. Depois disso, só recomeçam em fevereiro. Junte isso com as férias da babá – que serão do dia 10 de dezembro até o dia 10 de janeiro! E agora me diga: o que fazer com uma criança (de quase 2 anos), ociosa em casa, por todo este tempo? E pior: com quem deixá-la, já que continuaremos trabalhando normalmente e a empregada/babá estará longe, muuuuuito longe…?
Obviamente um dos dois terá de tirar umas férias forçadas. Uni-duni-tê-salamê-minguê e o escolhido foi VO-CÊ: HP! HP!

Então, é isso: HP será o dono de casa e o cuidador de criança neste período. Eu e barrigón continuaremos a trabalhar fora.

Para facilitar a vida do papai, e proporcionar um pouco de diversão ao pequeno, estou fazendo uma seleção de colônias de férias e atividades infantis para o período de janeiro.
Quem souber de mais alguma boa dica, por favor, deixe aqui:

Um pai exausto, uma mãe preocupada e uma criança “duracell”, agradecem.

Por enquanto, temos:

PANOS PRA MANGA

MEU PEQUENO JARDIM

GECREAR

E lá estava eu…

Gestante que se preze é “rata” de evento pra gestante. Entenda o “se preze” como aquela gestante de primeira viagem. Nas seguintes, a gente fica bem mais displicente ou “preguiçosa”. Na gravidez do Eric eu frequentei TODAS as feiras de bebê e gestante, li tudo que caía nas minhas mãos sobre o assunto, me inteirei sobre a vida materna de A a Z. Nesta gravidez, olha só que iniciativa, eu frequentei o Gestante Ativa – e isso no 7º mês de gravidez…
Valeu. Fiz uma massagem relaxante, tive orientações nutricionais, orientações de odontopediatria, tomei um café da manhã com as barrigudas e ganhei um milhão de brindes (bem legais)
A caminhada? Bom, a caminhada eu não fiz não. Deu uma preguiça…

Saiba mais sobre o evento aqui

Feriado na serra, dias ensolarados, crianças se divertindo num hotel fazenda, piscina, toboágua, fazendinha, salão de jogos, cinema, baby park, pedalinho, cavalgadas, arvorismo, tirolesa, campo de futebol, vôlei, tênis, piscina térmica para adultos e bebês, atividades infantis de manhã até à noite e baby-sitter cuidando do pequeno. Tudo perfeito para a mamãe relaxar no seu feriado de aniversário, curtir o papai e a criançada se divertir, não é mesmo?
Seria. Se não fossem algumas, digamos assim, adversidades.

Pra começar o climatempo errou. Feio. Anunciou que no domingo abriria o sol e teríamos, pelo menos, 2 dias de tempo bom para curtir nosso hotel fazenda. Mas, não só choveu TODOS os dias, como a temperatura caiu bruscamente e chegamos a pegar 10º graus! Passamos um feriado encapotados e de guarda-chuva.

Alice ainda aproveitou boa parte das instalações do hotel e atividades recreativas. Mas Eric teve que se limitar a um quarto standart e a um parquinho muquirana de brinquedos de plástico quebrados. Vejam só: 3 velocípedes: 2 quebrados. 3 escorregas: só 1 aprovado pra uso. 4 casinhas de boneca: pra quê 4 casinhas??? E sem brinquedos dentro! Os meninos nem entravam. 2 bichinhos-gangorra (que tédio!) e umas mesinhas encardidas com cadeiras. Mas, ao menos, o espaço era fechado e quentinho. E o pequeno, coitado, se sentia na Disney ali. “Finalmente um cantinho pra brincar!” – pensava, na certa. Seus coleguinhas, hóspedes-mirins, tb pareciam não se importar. Por sorte levamos sua bola, alguns brinquedinhos e bolhas de sabão.

No sábado arriscamos um passeio pela feirinha de Teresópolis, shopping e depois almoço no Taberna Alpina. Mas o pequeno foi ficando com sono e tocou o terror no restaurante. Acho que nunca mais nos deixam entrar lá.

No domingo arriscamos uns mergulhos na piscina aquecida. Mas a prometida piscina térmica para bebês não estava exatamente aquecida. E tivemos que ficar com Eric na piscina de adulto mesmo.

No mais, o outro point do pequeno era o restaurante do hotel. Batíamos ponto com ele 3 vezes por dia. E enquanto o papai comia, a mamãe dava comida pro Eric. Depois a mamãe comia e o papai continuava a labuta. O revezamento era constante e ininterrupto. Que inveja das famílias que levaram suas babás!
Ah, lembram que falei lá em cima sobre baby-sitters? Pois é, estávamos num dos hotéis fazenda mais famosos e chiques de Teresópolis. Mas eles NÃO dispunham do serviço de baby-sitter. Não acreditei…

Enfim, ficamos exaustos. Mas acredito que as crianças tenham se divertido. Pra elas tudo é novidade, e mudar de ambiente já garante sua dose de diversão. Alice fez uma amiga, a Thaís, e brincaram no toboágua, piscina aquecida, salão de jogos, andaram a cavalo, fizeram biscoitos, viram filmes no cineminha e participaram de recreações com a tia Vanda, monitora que a Alice ela já conhecia do outro hotel fazenda que fomos no réveillon de 2009/10.
Eric viu uns bichinhos da fazenda, brincou com uns brinquedinhos quebrados, experimentou a piscina térmica de adultos, interagiu com alguns amiguinhos, fez uma bagunça imensa no restaurante do hotel e deu uma boa canseira no papai e na mamãe.

Mas se eu tivesse bola de cristal, juro que não saía do Rio neste feriado….

A Copa tem dessas coisas. Muita festa estranha, muita gente esquisita. Ao fundo, a gente até ouve uma canção da Legião…

Aqui um misto de Michael Jackson, Jason Vorhees e integrante da torcida Flu. Seria um Michael Jason Tricolor?

Enquanto isso, Eric, com cara de doidão, continua fumando seu canudo da paz…

….e cantando: “Festa estranha com gente esquisita e eu não tô legal”

Vuvuzelas, Jabulanis, Jogadores? Que nada!
Adivinha quem fez sucesso nesta Copa pelo telão do Fifa Fan Fest…

Entre uma febre e outra, resolvemos dar uma passada no evento da escola, no sábado. Foi uma manhã divertida no Museu da República, com atividades artísticas, oficinas, brincadeiras e até aulas de ioga.
Chegamos no final da festa. Mas ainda deu tempo de bater alguns flashes do pequeno fazendo bagunça com papéis coloridos.

“Aproveita, meu filho, porque lá em casa mamãe não deixa fazer essa bagunça, não…”

Tento sempre diversificar a progamação cultural das crianças lá de casa e, junto a isso, proporcionar a eles um amplo leque musical. Com esse propósito, levei o pequeno e a irmã para assistir ao grupo vocal BR6 na Modern Sound. Sou fã de grupos vocais e suspeitamente apaixonada pelo gênero, visto que foi o pai deles quem me levou pra cantar nos primeiros grupos vocais que participei. Foi ele quem me introduziu neste rico universo da música a cappella (executada sem ajuda de instrumentos musicais, só no “gogó”). Foi com ele que assisti grandes nomes da “vocal band” e conheci o elaborado trabalho de “percussão vocal”. Foi ele quem escreveu alguns dos arranjos que cantei. Foi pela voz dele que me encantei com o naipe dos baixos. E foi ele quem apostou na minha voz de soprano lírica.
E eu, claro, não poderia deixar de apresentar ao meu filho essa paixão musical que faz parte da minha história com o pai dele.Falando especificamente do BR6: foi pela iniciativa da Crismarie, mezzo do grupo, que tivemos aqui no Rio algumas edições de um dos maiores eventos de música a cappella do Brasil – o Rioacappella – do qual me orgulho de ter participado. O evento, que contava com palestras, workshops, oficinas, cursos e shows, teve alguns dos integrantes do BR6 ministrando aulas também.

Infelizmente, a apresentação do BR6 na Modern Sound atrasou bastante, e o prazo de validade do Eric estorou na primeira meia hora de show. Tivemos de voltar para casa correndo, antes que o gogó chiliquento de um bebê com sono se incorporasse aos timbres dos elaborados arranjos vocais.
Mas acho que valeu a tentativa.

***

Com base no propósito de ampliação do leque musical, fiquei animada também em levá-lo domingo passado ao Theatro Municipal e apresentá-lo à Orquestra Sinfônica Brasileira, que faria um tributo a John Williams, grande compositor de trilhas de cinema como Star Wars, A Lista de Schindler, E.T., Indiana Jones, Tubarão, Harry Potter e a Pedra Filosofal, Jurassic Park, Prenda-me se for Capaz, Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida, A Lista de Schindler e Superman.
Chegamos cedo e sutilmente caracterizados na trilha Star Wars. Eric improvisou com uma camiseta pequena da irmã e fez trio com o visual da mamãe e da Alice (todas de camisetas Jedicom). Papai desenterrou uma do “Darth Vader para presidente” e lá fomos nós, devidamente paramentados para a fila do Municipal.
Mas….um espetáculo a preços populares, num grande teatro, com uma grande orquestra, homenageando um grande compositor de grandes filmes, só poderia gerar uma grande fila. E assim, não conseguimos entrar.

Fica pra próxima, filho. Mamãe promete que acorda ainda mais cedinho pra vc ouvir, num próximo, a trilha sonora que embala o seu soninho.
Falando em acordar cedinho, como ainda estava de manhã, resolvemos aproveitar e tomar o café da manhã no Parque Lage.



  • João Lopes: Silvia (permita-me chamá-la assim), eu não conhecia as coisas lindas (filosóficas de precisão!) que escreve, porém, depois de receber um e-mail d
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